A santa é guerreira, e o ano é de batalhas, Dorian. Todo dia quando acordo me preparo para mais um fronte, visto minha armadilha de cobre, pego minha espada de aço e me visto com um manto vermelho sangue para meus inimigos acharem que estou ferido e não tentarem me atacar.
No campo de batalha, o sol brilha como nunca e meus olhos ardem e lacrimejam constantemente. Tenho usado óculos escuros até o sol se pôr. A claridade tem me incomodado, tenho perdido noites tentando me conectar com as forças sobrenaturais, ativas nas madrugadas desertas das ruas da cidade.
Continuo pensando em você. Me satisfaço com as lembranças, me preencho de saudade e esperança.
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