De noite. As estrelas no céu, jogos de luzes sobre nós. Nós que éramos as estrelas. Sem farol, vento no rosto, mas somente o assobiar de uma guitarra em nossas cabeças. Dois sem rumo, a caminho dos sonhos, secando lágrimas e palavras. Só o impulso, indo atrás do canto envolvente que vem de longe e apaga o passado. Nada importa.
Só o som. Só o palco e nossas vontades.
E uma moto com farol quebrado.
Hieros Lopes
3 comentários:
Hi, é muito bom ter algum sinal da sua presença! Estava com saudade. É incrivel como senti a sua falta!
Bjão
ps: o texto? Ah! Lindo demais! Me lembrou uma cena do filme Cazuza.
e "nós que éramos as estrelas"... Onde foi parar aquele brilho todo?! Talvez ainda esteja dentro de mim ou quebrado em qlqr moto, apagado em qlqr palco. Prefiro continuar buscando respostas...
TE AMO.
Bj
Ai que saudade q eu tava disso aqui...vc como sempre, perfeito nas palavras
bjos cris
Postar um comentário