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21 de junho de 2005

Meu céu, minha estrada

De noite. As estrelas no céu, jogos de luzes sobre nós. Nós que éramos as estrelas. Sem farol, vento no rosto, mas somente o assobiar de uma guitarra em nossas cabeças. Dois sem rumo, a caminho dos sonhos, secando lágrimas e palavras. Só o impulso, indo atrás do canto envolvente que vem de longe e apaga o passado. Nada importa.
Só o som. Só o palco e nossas vontades.
E uma moto com farol quebrado.

Hieros Lopes

3 comentários:

Anônimo disse...

Hi, é muito bom ter algum sinal da sua presença! Estava com saudade. É incrivel como senti a sua falta!
Bjão
ps: o texto? Ah! Lindo demais! Me lembrou uma cena do filme Cazuza.

Anônimo disse...

e "nós que éramos as estrelas"... Onde foi parar aquele brilho todo?! Talvez ainda esteja dentro de mim ou quebrado em qlqr moto, apagado em qlqr palco. Prefiro continuar buscando respostas...

TE AMO.
Bj

Anônimo disse...

Ai que saudade q eu tava disso aqui...vc como sempre, perfeito nas palavras
bjos cris