Um novo horizonte se debruça sob meus olhos. Isso existe? pergunto. Não sei, respondo. Uma saideira, muita saudade e a leve impressão de que já vou tarde.
Nem adianta fazer letreiro, que só vejo aquilo que está perto de mim. O horizonte é um fio. E tudo está desfocado, as árvores, o pé de jenipapo em jenipabu.
Sigo adiante tateando o céu, para não me perder na imensidão. Retira o véu, retira o véu, para eu ver seus olhos azuis. Da cor do mar? pergunto. Bem lá no fundo, respondo.
Eu fico com essa dor, e essa dor tem que morrer. Eu subo nesse palco e esqueço qualquer ser. Eu grito e me solto, eu preciso aprender.
Um comentário:
Como Homero, o poeta cego!
t echo d menos =]
feitey
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