Esse sentimento que vem a tona nos momentos mais únicos da minha vida. Quando penso em me dar o prazer de ficar só, ouvir uma música deitado na rede, bate a tristeza de todos os dias em que estive parado, inerte, improdutivo.
Não posso parar e tenho que descansar. Não sei descansar senão parado. Seria então a tristeza uma forma de descanso? O choro uma forma de consolo e de paz? Mas que paz é esta que me faz remoer pensamentos, reviver passados?
Quero vomitar palavras, especificar coisas que dão na minha cabeça que eu não consigo conciliar em meu raciocínio. Eu acho que não tenho jeito. Sinto-me preso a uma força que não permite explicar. Ou sou pretensioso em tentar explicar o inexplicável?
Que venha Deus então explicar. Que desça sobre forma de luz, de raios, ou seja lá o que for possível nesse universo e liberte-me dessa agonia. Desse nó de marinheiro, que já estou quase pondo fogo, desistindo de desvencilhar.
Mas, meu sonho maior, era poder somente entender e dizer em palavras. Essa falta de palavras é toda minha agonia e angústia. Vontade rouca de gritar e às vezes acho que sou uma repetição. Ando, ando, ando e dou no mesmo lugar. Até as palavras são as mesmas em dias, meses, anos.
Com a mente ocupada não produzo o que queria produzir. Com a mente desocupada também não. Deus! Salve-me desse vazio intelectual. Dessa penumbra que me faz perdido na estrada. Mostra-me o caminho a qual tanto desejo. Ajuda-me a encontrá-lo senão morro. Morro por dentro e a cada dia me amargo, perco as forças, as esperanças.
Hoje estou só e perdido. Amanhã estou cheio ao meu redor, ainda perdido.
Deus, quem vai me achar? Eu não me acho!
Socorro. Eu peço sim, peço uma, peço duas, peço mil vezes misericórdia.
E não me cansarei de pedir enquanto acreditar, para sempre eu sei, que irei ser correspondido.
Não posso parar e tenho que descansar. Não sei descansar senão parado. Seria então a tristeza uma forma de descanso? O choro uma forma de consolo e de paz? Mas que paz é esta que me faz remoer pensamentos, reviver passados?
Quero vomitar palavras, especificar coisas que dão na minha cabeça que eu não consigo conciliar em meu raciocínio. Eu acho que não tenho jeito. Sinto-me preso a uma força que não permite explicar. Ou sou pretensioso em tentar explicar o inexplicável?
Que venha Deus então explicar. Que desça sobre forma de luz, de raios, ou seja lá o que for possível nesse universo e liberte-me dessa agonia. Desse nó de marinheiro, que já estou quase pondo fogo, desistindo de desvencilhar.
Mas, meu sonho maior, era poder somente entender e dizer em palavras. Essa falta de palavras é toda minha agonia e angústia. Vontade rouca de gritar e às vezes acho que sou uma repetição. Ando, ando, ando e dou no mesmo lugar. Até as palavras são as mesmas em dias, meses, anos.
Com a mente ocupada não produzo o que queria produzir. Com a mente desocupada também não. Deus! Salve-me desse vazio intelectual. Dessa penumbra que me faz perdido na estrada. Mostra-me o caminho a qual tanto desejo. Ajuda-me a encontrá-lo senão morro. Morro por dentro e a cada dia me amargo, perco as forças, as esperanças.
Hoje estou só e perdido. Amanhã estou cheio ao meu redor, ainda perdido.
Deus, quem vai me achar? Eu não me acho!
Socorro. Eu peço sim, peço uma, peço duas, peço mil vezes misericórdia.
E não me cansarei de pedir enquanto acreditar, para sempre eu sei, que irei ser correspondido.
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