Sim, o tempo passou. A vida mudou. Mais uma vez venho com aquele velho papo nostálgico que vários e vários escritores [tenho esse direito] já escreveram uma vez na vida.
Os anos se passam, as coisas mudam. Amigos tomam rumos diferentes, se afastam devido aos prescritos que a vida nos fez.
Olho pra trás e sinto saudades de uma época que não mais reviverá, mais conforto-me em saber que tudo o que é, é porque tinha de ser.
Não mais aquela vida de sonhos e farras, deuses onipotentes, feito o futuro um rabisco no papel, sem planos, sem metas, acontecer o que vier.
Vivi a adolescência. Curti os amores, as festas, os sabores e dissabores de uma fase que nunca mais terei novamente. Amigos que aprendi, que talvez não fossem amigos, mas com o coração de quem queria os ter, foram grandes e saudosos na minha vida.
Tinha sonhos e desejos que hoje os realizo e vejo que o passado constituiu o meu presente. E vejo que o que outrora foram sonhos de um sonhador hoje se torna a realidade de um lutador. E a batalha me torna leve, com novos sonhos que sei que ao realiza-los, sentirei saudades de sonha-los.
Aventurei, briguei, amei, chorei... aprontei. Fiz junto com aquele que hoje não sei mais onde está. E aquele outro que no momento não falo, não vejo e ele não deseja me ver. Faço parte do passado de pessoas, de histórias, de lugares que nunca mais irão me ver. Ou possam me ver o hoje, mas nunca aquele. O hoje com rugas do tempo que por mais que não sejam tantas, representam uma mudança, uma passagem, o tempo que passou. A vida que mudou, o cabelo, a barba, o olhar, o perfume, as roupas. Sim, faz parte. Como faz parte também lembrar, chorar, sentir saudades. O gostoso mesmo na vida é sentir saudades. Olhar pra trás e ver que tudo mudou e que vivemos cada parte um momento diferente.
As burradas, os erros, as canalhices e sacanagens. As merdas, os perigos, os riscos, nada o suficiente para o arrependimento, mas o bastante para não repeti-los. Novos erros virão. Acertos também, sempre terão.
E um dia, marcar o grande encontro, para não esquecer que cada um, cada coisa, cada vivência, cada experiência e passagem fez parte do que fomos ontem, somos hoje e seremos amanhã. Olhar pra cada coisa, cada pedaço, cada folha rabiscada e cada pessoa pra sabermos e confirmarmos mais uma vez quem somos. Somos feitos de encontros e desencontros. Somos feitos pelo outro e por nós mesmos.
Os anos se passam, as coisas mudam. Amigos tomam rumos diferentes, se afastam devido aos prescritos que a vida nos fez.
Olho pra trás e sinto saudades de uma época que não mais reviverá, mais conforto-me em saber que tudo o que é, é porque tinha de ser.
Não mais aquela vida de sonhos e farras, deuses onipotentes, feito o futuro um rabisco no papel, sem planos, sem metas, acontecer o que vier.
Vivi a adolescência. Curti os amores, as festas, os sabores e dissabores de uma fase que nunca mais terei novamente. Amigos que aprendi, que talvez não fossem amigos, mas com o coração de quem queria os ter, foram grandes e saudosos na minha vida.
Tinha sonhos e desejos que hoje os realizo e vejo que o passado constituiu o meu presente. E vejo que o que outrora foram sonhos de um sonhador hoje se torna a realidade de um lutador. E a batalha me torna leve, com novos sonhos que sei que ao realiza-los, sentirei saudades de sonha-los.
Aventurei, briguei, amei, chorei... aprontei. Fiz junto com aquele que hoje não sei mais onde está. E aquele outro que no momento não falo, não vejo e ele não deseja me ver. Faço parte do passado de pessoas, de histórias, de lugares que nunca mais irão me ver. Ou possam me ver o hoje, mas nunca aquele. O hoje com rugas do tempo que por mais que não sejam tantas, representam uma mudança, uma passagem, o tempo que passou. A vida que mudou, o cabelo, a barba, o olhar, o perfume, as roupas. Sim, faz parte. Como faz parte também lembrar, chorar, sentir saudades. O gostoso mesmo na vida é sentir saudades. Olhar pra trás e ver que tudo mudou e que vivemos cada parte um momento diferente.
As burradas, os erros, as canalhices e sacanagens. As merdas, os perigos, os riscos, nada o suficiente para o arrependimento, mas o bastante para não repeti-los. Novos erros virão. Acertos também, sempre terão.
E um dia, marcar o grande encontro, para não esquecer que cada um, cada coisa, cada vivência, cada experiência e passagem fez parte do que fomos ontem, somos hoje e seremos amanhã. Olhar pra cada coisa, cada pedaço, cada folha rabiscada e cada pessoa pra sabermos e confirmarmos mais uma vez quem somos. Somos feitos de encontros e desencontros. Somos feitos pelo outro e por nós mesmos.
Sim, no final sempre há um grande encontro.
3 comentários:
que lindo Hi.
...é verdade, no final haverá um grande encontro, e eu acredito piamente nisso.
beijãooo pra ti.
amanhã matamos essas saudades danadas!
=]
Sabores e dissabores, sorrisos e momentos pensativos, de quem é sábio.
A vida nos dá a oportunidade de sermos humanos, e perceber o porquê das coisas, ou o caminho que leva à eles.
O maléfico passa como o tempo, e no fim de tudo ficamos Nós.
Te amo amigo, muito muito.
;**
Achei o começo do teu texto tão familiar amigo...
Hmmmm... donde será que eu li isso.
Estava lembrando de algumas pessoas, nossa, quanta gente cretina que eu conheci. afff!....
Vc tb né. rs....
Bjks,
te amo.
De seu amigo, + ou - fashionista,
Ca. Heráclito
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