- E agora? pergunta ele.
(Fim do primeiro ato)
- E agora? pergunta novamente.
Silêncio.
- "Ah se já perdemos a noção da hora, se juntos já jogamos tudo fora, me conta agora como hei de partir.
Ah, se ao te conhecer dei pra sonhar, fiz tantos desvarios, rompi com um mundo, queimei meus navios, me diz pra onde ainda posso ir? Se nós nas travessuras das noites eternas, já confundimos tanto nossas pernas, diz que por pernas eu devo seguir. Sim tornasse a nossa sorte pelo chão, se na bagunça do teu coração, meu sangue errou de veia e se perdeu. Como se na desordem do armário embutido, meu paletó enlaça o teu vestido, e meu sapato ainda pisam no teu. Como, se nos amamos feito dois pagãos, teus seios ainda estão nas minhas mãos, me explica com que cara eu vou sair. " no fundo, cantava Chico Buarque na rádio.
(Início do fim)
Hieros.
P.s.: Agradeço ao meu caro Chico, por ser a inspiração, na ausência dela mesma.
E a uma .(P)essoa. que tocou a música na minha rádio, e lembrou-me que ela existe. Já me esquecia menino... eu heim!
2 comentários:
LINDO! MAGNÍFICO!
De verdade...
De gente pra gente viu?!
Liiiindo! Mas q música tocava no seu rádio? Não pude conter a minha curiosidade.
Saudades...
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