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7 de março de 2009

Em memória de Clarice

A liberdade é individual e pode ser coletiva. Posso abrir a
gaiola, mas não posso obrigar ninguém a sair dela. Clarice diz que liberdade é
pouco, e o que ela deseja ainda não tem nome. Talvez liberdade seja o pouco que
se precisa pra ter mais ainda. Vai saber. Quem vai? Nem eu, nem Clarice. Tenho
uma amiga chamada Clarice, e ela é Porto Santiago. Saudades.

6 comentários:

Lucas Valentim disse...

delicia de visita...
tenho adorado as clarices rsrrsr
tb tem uma q minh amiga....
e ela dança
e ela eh de natal
e ela eh pequena
e ela é bem grande...

Anônimo disse...

Olha! Que delícia me ver presente!
" Liberdade, liberdade!
Abre as asas sobre nós! "

Saudades mútuas, beijo grande.

Anônimo disse...

...E tão explícitamente.. obrigada pela homenagem.

Anônimo disse...

clarice. peguei um livro dela hoje. mas nao comprei. nao estou em tempo de clarice.

Tuca Mestanza disse...

Eu adoro o ovo da Clarice.

.profusionn disse...

e quando passo por aqui me dá uma vontade de escrever.. pena que os textos acadêmicos têm me tomado tanto tempo e espaço...

raspas e rests me interessam, principalmente os restos.