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9 de janeiro de 2009

Os professores da hipocrisia

Falsos inteligentes cansam de pronunciar o seu cansaço com a humanidade, com a burrice da massa e com a hipocrisia do ser humano. Recheiam seus discursos de palavras bonitas e críticas, mostram o mundo sob suas óticas pessimistas como se ele não tivesse mais jeito. Propagam suas soluções teóricas que para nada servem além de encher os ouvidos alheios.
Os verdadeiros sábios não ensinam a podridão que conhecem da vida para não desmerecer os seus alunos, achando que eles são incapazes de perceber as mazelas com os próprios olhos e os próprios sentidos. Para perceber a desgraça humana, basta aconselhar que se abra a janela da alma e deixe entrar o vento gelado e seco, assobiando a realidade.
Inteligentes de verdade são aquele que acolhem, questionam e motivam, e não só criticam com ladainhas ferrenhas. Nesse mundo, o aprendiz sagaz é aquele que cria novas idéias e não apenas às reproduz. Falsos inteligentes estão espalhados pelo mundo todo, implantando infortúnios sobre a vida, semeando o desgosto pela existência como se estivessem acima dela.
Na verdade, não passam de escravos do inferno interior que moldaram com tantas frustrações e amarguras. Suas revoltas são imensas, mas seus atos são incapazes de qualquer alteração. Acreditam estar mudando o mundo, mas reproduzem a invalidaz de seus gestos.

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