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28 de março de 2008

Solidão fútil

A tristeza é senhora, desde que o samba é samba é assim. A lágrima clara sobre a pele escura, a noite, a chuva que cai lá fora....
Andava pelo corredor extenso de minha casa, decorado com quadros de carybe, jenner augusto, mario cravo, miró, picasso e etc, e me peguei cantando esses versos. A sala emanava uma luz de vela, de um abajour que comprei ano passado no guggenheim, e dava o tom à cena.
Tinha tempo não ouvia a sonoridade dessas palavras em minha própria voz. Cantando eu mando a tristeza embora...
*p.s.: o corredor é fictício. o abajour também.

2 comentários:

Cassio Brito disse...

Eu derrubei todos os meus quadros, e quebrei o abajur. Agora, todos eles ao chão.
Peço que quando eu soltar a minha voz, por favor, entenda!

.profusionn disse...

rs adorei.

também tenho corredores imagináveis.

;)