Tristessa era louca, gostava de morfina e se considerava a Santa de Guadalupe. Sabia que Deus era capaz de salva-la de sua dor arranjando-lhe uma dose. E quando não, orava para sua santa com os pés de barro em cima do armário.
Tristessa era bela. Zombava dos homens que nada podiam lhe oferecer a não ser o amor. Preferia a fuga da dor, que senti-la corroer seus órgãos com o mesmo esplendor das chagas de Cristo.Oh Tristessa, oh beleza inacabada...
3 comentários:
Oi querido? Desculpa, não ter respondido seus comentários. É que eu cair doente esses desde terça, fiquei muito mal, não saía de casa, não acessava a net, sumi do mundo. Uhn... fiquei muito surpreso de vc ter citado algo que eu escrevi a muito tempo atrás, tá mechendo nas minhas coisas velhas. Qual é o sentido disso?! O texto, foi escrito num momento importante da minha vida, bem quando minha família descobriu que eu era gay e eu me sentia solitário e derrotado, não entendia e nem aceitava pq era tão dificil ter alguém pra me amar e que eu ame. Até hj acho que não sei amar, mas sempre estou a procura na conha vazia do amor.
Beijos.
adorei sua apresentação, bainao, filho da aurora, drama!
e os textos também são muito bons..vouler um pouco mais e depois comento
abs
Nossa, vc fez isso mesmo, ou ta advinhando o que eu faço e sinto. Tb cansei de me enganar, mas continuo me enganando. As coisas são dificeis.
Desculpa por nunca está no msn.
Beijos
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