Desde então, cada dia se passa com a esperança do amanhã ser melhor.
E se adianta trocar amarguras por tragadas com gosto de morte, talvez sim.
Todos buscam maneiras de camuflar o lado “ruim” de suas vidas.
Depois do amanhã há um gostinho ambíguo.
Doce ou salgado, difícil de discernir.
Cabe à peculiaridade de cada um.
Enquanto o hoje continua a ser uma metáfora desconexa, um texto sem palavras, um caminho sem trilha, fechar os olhos e brincar de cabra cega torna-se a melhor alternativa dessa prova que é a vida.
Acordar, olhar em volta e depois abrir a porta para uma jornada diária é a coragem mínima que precisamos ter para sobreviver.
Ou então se entregar à fome. Á falta daquilo que mais se cobiça destrói tudo e completamente. Artistas da fome. Artistas muito nobres. Ou seriam medrosos?
De dia, pingos de suor. À noite, faltam cobertores pra aquecer, pra envolver, pra enterrar toda a dor dos anos passados à procura, em busca de felicidade.
Todos caminham esta estrada árida.
É a vida. Ninguém deixou de sofrer.
Um comentário:
Sauidades da poprraaaa
te amo te amo te amo te amo te amo te amo te amo te amo te amo te amo te amo te amo te amo te amo te amo te amo te amo te amo te amo te amo te amo te amo te amo te amo te amo te amo te amo te amo te amo te amo te amo te amo te amo te amo.
isso tudo sem lhe dizer que te amo!
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