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31 de agosto de 2006

Iguais

O amor de dois corpos
Entre beijos e amassos
Difundem no espaço
Sem medo, sem pudor.
O amor de dois corpos,
Belos e iguais,
Se amam e se gozam
Com medo e com pudor.
Mas como podem temer,
Se também é amor?

3 comentários:

Anônimo disse...

Uhum.
Porque?

Anônimo disse...

Estou quase em extase com as coisas que vc escreve...virei fã, ok!!!! Sempre vou dar uma passadinha por aqui. Fiquei até com vontade de voltar a escrever tb. Abraço.

Anônimo disse...

Olha eu de nvo! Só agora tive tempo pra ler e analisar profundamente o que vc escreveu neste poema e interpretá-lo. Adorei...muito lindo! No lançamento do livro eu quero estar presente, viu! Rsrsrsrs. Abraço.