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28 de outubro de 2005

Tudo e nada.

Tenho vida, ar nos pulmões, poesia.
Tenho sol, e a lua que descansa nua em meu peito
Da grama vejo Vênus e formigas no meu pé.
Viagens teatrais até enjoar - poço da minha fé.
Tenho vícios, tenho raiva, tenho medo - Trotes de minha esperança
Tenho sede de ganhar, conhecer, amar - opções da vida que não se vê
se busca.
Tenho tudo, mas ainda não tenho nada.


Hieros

Um comentário:

Anônimo disse...

Desejo...
Necessidade...

Temos sede de esperança,de justiça, de liberdade...

Dentro de nós, habita uma insaciaável sede.
Eu sei o que vc sente nisso, nesse vazio tão inteiro, nessa falta tão completa.